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By: Vaca no Drop

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Tuesday, 25-Apr-2006 12:00 Email | Share | | Bookmark



Monday, 16-Jan-2006 00:00 Email | Share | | Bookmark
Casamento de Luisinho

O caminho
A galera
As testemunhas
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É isso aí galera, vai uma lembrança do casamento de Luisinho, nosso brather,

Sussa Pró

Yoh jo, cut back, back side, is the one to the girls!!!

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaabraços


Monday, 12-Dec-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Aniversário de Albino

Começo da cachaça...
Opa! Já subiu pra cabeça!!
Coléu em início de manguaça...
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Friday, 9-Dec-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark

Isabela
Aê galera, a filha de Léo Preto e Flávia nasceu!!!!
A Isabella nasceu com com 49 cm e 3,425 kg.
Parabéns!!!!
Bééééééé!!!!!!!!


Monday, 5-Dec-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Pearl Jam!!! Uma experiência quase religiosa!!!

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Pearl Jam se despede do Brasil com show anunciado por Eddie Vedder como o melhor da turnê


Leonardo Lichote - Globo Online

RIO - Quando Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, falou pela primeira vez com a multidão de 40 mil pessoas que lotou a Praça da Apoteose neste domingo, a platéia gritou como antecipando o que veria nas horas seguintes - horas não é exagero nenhum, pois o show, mantendo a média desta primeira turnê do grupo pelo Brasil, teve a duração de 2h25m:

- Esta é nossa última noite no Brasil. Vamos tentar fazê-la a melhor - disse o cantor num português esforçado que foi piorando ao longo do show, na mesma proporção em que as garrafas de vinho eram viradas por ele, que bebia no gargalo.

Vedder não prometia apenas que a noite seria boa e que de tudo ia rolar - o que cumpriu com sobras num show de 28 músicas. Ele mostrava ali que, ao lado de seus colegas de Pearl Jam, sabe dar o que uma platéia quer, juntando sincera emoção e planejado profissionalismo no mesmo ato. Emoção e competência, características comuns de todas as superbandas, como Stones e U2. E, pelo menos por aqui, o Pearl Jam exerce status de superbanda, sem favor algum.

O tudo que rolou na "melhor noite" do Pearl Jam começou às 20h50, com 20 minutos de atraso - praticamente pontualidade britânica para os padrões cariocas. Se foi mesmo a melhor noite? A platéia carioca - um mar de fãs que respondia em bloco a todo estímulo que vinha do palco - ouviu a promessa no começo do show e, ao fim, não parecia nem um pouco decepcionada. Pelo contrário.

O Mudhoney abriu a festa às 19h30, dia ainda claro. A banda traz nos genes a angústia grunge de Seattle, a mesma cidadezinha americana que gerou Pearl Jam, Nirvana, Soundgarden e Alice in Chains - estilos diferentes, mas com a tal característica genética comum. Num show de 40 minutos, fez o aquecimento perfeito para a atração principal. Mas já se via ali que o equipamento de som (como confirmado mais tarde) não teria a mesma potência devastadora que o Pearl Jam exibiria no palco.

"Animal" foi o início da devastação Pearl Jam, que nos últimos dias sacudiu Porto Alegre, Curitiba e São Paulo. Devastação bem própria, furiosa no peso mas sensível nas letras e no canto de Vedder, de olhos fechados. Postura que combinou com o discurso pacifista na mensagem anti-Bush do cantor e de suas últimas palavras no palco da Apoteose:

- Paz, amor - despediu-se Vedder, para uma platéia que respondia com os dedos erguidos em "V".

Vedder: 'Vocês são tremendos'


Entre ''Animal'' e sua singela despedida, o Pearl Jam fez um apanhado de canções de seus 16 anos de carreira, como ''Daughter'', ''Even flow'', ''Elderly woman behind the counter in a small town'', ''Alive'', ''Leatherman'', ''Jeremy'', ''Yellow ledbetter'', ''Not for you'' e ''Black''. Vedder sempre no comando, desde o recurso banal de puxar palmas ou deixar a platéia cantar sozinha até uma espontânea postura messiânica, cabelo desgrenhado, olhar perdido, quase emulando Jim Morrisson.

Acima de tudo, porém, está a voz. O canto personalíssimo - que inaugurou uma escola na música pop - parece ter toda a banda a seu serviço. Não é correto, porém, pensar em submissão da parte dos instrumentistas. As guitarras de MikeMcCready e Stone Gossard têm luz própria, assim como o baixo de Jeff Ament e a bateria de Matt Cameron - todos aplaudidos separadamente em diversos momentos do show. Juntos eles "assinam" Pearl Jam: canções que têm a dinâmica mais sustentada na variação de intensidade que nas mudanças harmônicas; densa trama de guitarras; viradas de bateria peculiares para preparar a entrada do refrão ("Even flow", por exemplo).

A platéia, totalmente em sintonia, puxava coros espontaneamente e exibia coreografias simples, porém impressionantes, como a marcação do tempo na parte final de "Alive", com 40 mil punhos socando o ar. Mereceu, portanto, alguns afagos de Vedder. Ele puxou um "Hey ho, Rio", cantarolou que sempre quis ir para o Rio e, depois de enrolar-se numa bandeira do Brasil, dobrou-a e, com ela junto ao peito, disse:

- Vocês são tremendos.

Outro afago foi uma bela canção que Vedder cantou sozinho no palco, tocando ukelelê (uma espécie de pequeno violão havaiano). Era a primeira vez que ela era tocada na turnê, disse. Apesar de não terem o mesmo ineditismo, também podem entrar na conta dos agrados os covers de MC5 ("Kick out the jams", com participação de músicos do Mudhoney), Ramones ("I believe in miracles") e Who ("Baba O'Riley"). Esta última fechou o show, com o Pearl Jam tocando com as luzes da platéia já acesas, resistindo a sair do palco. Era o fim do desfile do Pearl Jam na passarela do samba, comparação feita pelo próprio Vedder minutos antes. Merecia torcida gritando "É campeã".


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